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segunda-feira, 16 de abril de 2012

Enquanto ainda aqui



Minha vontade é de aproveitar o tempo que temos agora, enquanto próximos, pra não haver arrependimentos nem saudade de algo que nunca existiu de verdade. Tenho ganas de viver. Aquela história do "passar por...". E sinceramente, tenho mais medo de não viver, de não aproveitar agora, do que simplesmente deixar ir embora quando for necessário.  

domingo, 4 de dezembro de 2011

By my side



Não é pra ficar com medo. Muita coisa do que passa na minha cabeça, só eu vou entender, por mais que eu queira explicar. Essa pode ser uma delas. Mas eu queria tentar. Porque eu quero poder falar com você. Me abrir. Conversar sobre qualquer coisa boba, que não tenha nada haver com nós dois. 

Queria poder deixar claro pra você o quão confusa está a minha cabeça. Que de você, eu só quero a companhia, e absolutamente nada mais. Minha vontade é essa. O que vier além?   Consequência. Nada do que eu faço é por pressão, ou ilusão. Eu sei onde estou pisando, e mais do que isso... eu sei o que eu quero pra mim. E posso resumir em uma palavra: tranquilidade

Ela com certeza viria mais fácil se eu esclarecesse as coisas com você e te fizesse entender que é assim que eu quero que as coisas permaneçam. Bem onde elas estão. Sem sair um milímetro do lugar. 

Não quero que você seja meu, e nem quero ser sua. Não porque sou muito minha pra permitir isso, e muito livre pra me querer presa à alguém. Uma hora isso acaba, mas essa ainda não é a hora. Eu ainda tenho desconfianças, ainda tenho mágoa por mais que eu queira que seja diferente. Pedir desculpas é fácil, dizer que perdoa de certa forma também é. O complicado é conseguir ser sincero o bastante dos dois lados. Não adianta pedir desculpas da boca pra fora, mas o pior mesmo, é dizer que perdoa por simples vontade de que esse perdão seja real. 

Se como estamos somos tão bons, pra que mudar? 

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Quero Sim - Paula Fernandes




Eu tô com saudades
Da nossa amizade
Do tempo em que a gente
Amava se ver

Eu não sou palavra
Eu não sou poema
Sou humana pequena
A se arrepender

Às vezes sou dia
Às vezes sou nada
Hoje lágrima caída
Choro pela madrugada
Às vezes sou fada
Às vezes faísca
Tô ligada na tomada
Numa noite mal dormida

Se o teu amor for frágil e não resistir
E essa mágoa então ficar eternamente aqui

Estou de volta a imensidão de um mar
Que é feito de silêncio
Se os teus olhos não refletem mais o nosso amor
E a saudade me seguir pra sempre aonde eu for
Fica claro que tentei lutar por esse sentimento


Diga sim ouça o som
Prove o sabor que tem o meu amor
Cola em mim a tua cor
Eu te quero sim, sem dor
Diga sim...

segunda-feira, 21 de março de 2011

Confusing


Eu juro que eu tento me entender, me encontrar e achar uma solução para o que estou passando agora. Mas eu não consigo ainda. Não me vem uma luz, um pensamento que possa ser aproveitado. Em tudo que eu penso, que eu quero de verdade, alguém sai machucado da história. 


Quando estamos apaixonadas, enxergamos TUDO triplicado. Uma "açãozinha" de nada, vira um universo inteiro. Um sorriso direcionado, um abraço mais apertado, um tempo mais que fica do seu lado, ficar abraçado um pouco como namorados, cada coisinha boba, que vira aqueles velhos sinais. E o pior de tudo, é que eu sei disso, mas mesmo assim, continuo achando que são sinais. Continuo sonhando com isso. Não é aquela coisa de achar que não é nada, mas lá no fundo achar que é um sinal que ele está dando. É justamente o contrário. É achar que são sinais, mas lá no fundo, ter certeza de que não é nada. E o que realmente importa pra gente, é o que sentimos lá no fundo né? 


Não tem essa de SINAL pra mim. Tenho muita raiva disso, porque é pura ilusão. De verdade. Se ele quer, ele não fica dando "sinaizinhos". Ele vai atrás. Ele vai te procurar. Essa é a verdade. E é isso que importa. Só. 


E mesmo sabendo disso, eu quero escolher o errado? Me ensina a mandar nisso, que eu escolho corretamente. Medo de magoar um, e medo de ser magoada pelo outro. Não dá pra decidir. Mesmo parecendo óbvia a decisão correta. E quem foi que disse que ir pela razão é a melhor solução?

domingo, 13 de março de 2011

Passado Presente


Já deixou de doer. Me anestesiei. Antes tinha medo de encontrá-lo na rua, meu sangue fervia só de pensar em vê-lo. Inexplicavelmente, eu consigo entender. Coisa que nunca acontece. Consigo imaginar e por incrível que pareça me faz bem. Me faz bem porque eu sempre quis vê-lo feliz, meu desejo era que encontrasse a felicidade em outra pessoa, que soubesse valorizá-lo mais do que eu soube. E eu sempre soube que isso já havia acontecido. Apesar de pedir todos os dia pra que essa pessoa fosse eu.

Já aceito, apesar da mágoa. Simplesmente porque eu sei que ela sempre o mereceu mais do que eu. E se a cada dia, a dor - quase que nula - continuar diminuindo, eu conseguirei seguir minha vida, tendo encerrado esse capítulo por completo. Ficará na lembrança, guardado com muito afeto, e a mágoa (ainda existente) espero eu, que se vá totalmente com o tempo. Sentimentos ruins nos atrasam, nos pesam nos ombros todos os dias que carregamos.

Quando esse dia chegar, vou estar liberta. Vou poder seguir em frente, sem olhar pra trás. Com a cabeça totalmente voltada para o futuro. Garanto que não o tiraria da minha vida nunca. Nunca foi essa a intenção. Eu só não tive outra saída no momento, e até agora. Precisava me curar, curar as feridas. E pra isso teria que afastá-lo para que não houvesse nenhum indício dele na minha vida. 

Preciso de mais um tempo ainda. Por mais que minha vontade seja ir correndo contar o que está acontecendo, saber o que está acontecendo com ele. Por mais que eu sinta falta do meu melhor ombro amigo, do meu melhor abraço, minha melhor companhia, minhas melhores conversas, creio que a dor de procurá-lo (agora) seria maior do que a dor não tê-lo por perto. Sei que não há como saber sem tentar, mas não estou forte e firme o suficiente ainda. Não estou preparada - totalmente - para escutar o quão linda está a vida dele sem mim. Sem que eu esteja nela. 

Talvez as coisas se resolvam assim, minha vida sem a presença dele, e a dele sem minha presença. A minha unica certeza é que ainda é mais um "caso" mal resolvido da minha vida.


sábado, 12 de março de 2011

Dúvidas


E é engraçado como não passo muito tempo sem citar alguma confusão na minha vida, na minha cabeça e, principalmente, no meu coração. Poderia ser mais decidida, mais fria, como eu era quando não sabia sentir algo por alguém. E inocente de mim achar que seria assim para sempre.

Sentimentos misturados. Amizade, carinho, consideração e muito medo de machucar alguém, contrapostos à uma paixão que não acaba, carinho, consideração e muita vontade de estar perto. 

É fato que estou cansada de viver sozinha e que me protejo a cada chance de não estar mais. Um amigo me disse que todos nós sabemos quando há chance de nos apaixonarmos por alguém, e eu respondi que nós podemos até saber, mas que não há como mandar nisso. É, e a réplica dele foi ainda mais verdadeira, mais certeira. Acontece que você pode controlar, pode evitar que isso aconteça, evitando todo o caso, evitando ser feliz.


Foi o que eu entendi. E foi o que ele quis dizer. Há momentos na vida em que não queremos compromisso, mas se aparece alguém, deixamos rolar. Pode ser a felicidade batendo à nossa porta. Pode ser a chance de encontrar alguém pra dividir as coisas, pra fazer bem. No final de tudo eu percebi que eu sempre agi dessa forma. Evitando. Até que um dia, deixei acontecer. E fui evitada. Coisas da vida. 

E se agora eu tivesse essa chance de ter alguém por perto, alguém que me queira bem, eu não saberia o que fazer. Se eu tivesse que escolher entre ter um amigo por perto e ter um amor ao meu lado, eu não poderia. Eu sei que um amigo, que me quer sempre bem, é seguro. Seguro de frustrações, de mágoas, de perdas. Mas sendo sincera e honesta, tenho um amor maior, que não me permite fazer essa escolha. E me dói. Porque a unica pessoa que vai perder, sou EU. O meu amor não é seguro. Porque não passou de paixão, de carinho... de vontade de ter por perto, de saudade, de querer ver mesmo que de longe, só olhar. Não é seguro porque não é recíproco, e não é recíproco porque só eu sei que ele existe, ninguém mais

O que eu tenho a fazer é esperar as coisa acontecerem, como se eu não estivesse esperando por nada. Como se eu fosse me desiludir. Acontece que eu posso mentir pra todo mundo, menos pra mim mesma. Eu esperei até hoje por um sinal, e por mais que eu me belisque, tente acordar desse transe, eu acabo voltando ao mesmo ponto. Eu acabo voltando para o seu mundo. Um mundo que não tem espaço pra mim. Ou tem, e você ainda não decidiu o que quer, e SE quer. 

Eu só quero deixar de esperar. Não por uma decisão sua, mas por eu ter mais amor-próprio que em você!

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Verdades


E a falta que se sente, se perde em meio ao vazio imenso que se deixou. Não queria que tivesse "acabado" tudo dessa forma. Nada me deixava mais feliz, mais radiante que sua companhia. Essa amizade forte que eu já não consigo mais esconder que me fazia bem e não faz mais. Não faz mais porque nos magoamos, ou eu mesma me magoei. Não faz mais porque nos afastamos por vontade minha; por não querer sofrer com suas decisões e com sua inconstância. É. INCONSTÂNCIA!

Poderia listar uma série de palavras que descrevem o que aconteceu, mas dói lembrar, dói remoer esse assunto. Mesmo que baixinho, em silêncio. Ainda que ele esteja doendo escondido lá dentro do peito, por falta de conversar, por falta de colocar pra fora. Mas eu não consigo. Não dá pra falar sobre... me faltam palavras, me sobra ansiedade. Talvez me sobre muita falta de coragem.

Ainda não sei viver sem você na minha vida. Ainda não encontrei alguém que possa ocupar seu lugar porque a função que você executava possui pré-requisitos que ninguém nunca vai conseguir preencher.

Ninguém vai conseguir me fazer tão bem só com um abraço, um toque. Nem vai me fazer querer ficar perto e mais perto, próximo e cada vez mais. Não há possibilidade de alguém conseguir ser pra mim várias pessoas, sentimentos e sensações em uma só - irmão, amigo, amor, amante, saudade, felicidade, risos e sorrisos, passado, presente e agora, só uma lembrança sem chance de futuro. Espero, sinceramente, que eu esteja errada.

Eu sei que você me faz falta, e você não vai saber disso. Mas é ruim não saber se eu te faço falta também. Eu tomei essa decisão, e você respeitou. Simple like that. É simples até demais. O complicado é que foi a decisão mais correta que eu já tomei na minha vida inteira. E por esse motivo, não posso pensar em voltar atrás.

E esse é sim, meu velho orgulho de volta. E ele vai permanecer comigo, porque de nada me adiantou todas as - inúmeras - vezes que eu mandei ele embora. Só me magoei mais, me expus mais. E com minha armadura no chão, enferrujada e já empoeirada, não estava mais protegida e sofria a cada queda. Não vai mais acontecer.

Me reconstruí. E infelizmente, nem você tem mais efeito sobre mim. Passou da pessoa que eu mais confiava na vida, para pessoa que menos merecia minha confiança em 24 horas. É nesse ponto que mais machuca. A confiança foi quebrada. De uma forma tão dura e dolorida que não dá pra esquecer. Não dá pra esquecer também que você não se importou, e nada do que você falar vai mudar isso. Assim como nada do que eu falar, vai mudar o que você pensa.

Mas eu morro cada dia um pouco mais, por não te ter mais por perto.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Porém...

Não penso em você sempre. Na verdade, um dia ou outro me vem você na cabeça, e depois de um breve momento, some, vai embora. Mas me faz bem, apesar de saber que eu não vou te ter mais comigo - pelo menos não por enquanto. Quando paro pra pensar (mesmo) nos poucos dias que ficamos juntos, sinto algo estranho. Não sei explicar. Não sei se é saudade. Me parece mais com o simples 'sentir falta', afinal, costumamos sentir falta de pessoas que fizeram diferença na nossa vida. Sinto falta das conversas e do senso de humor que me faria sorrir até no dia mais escuro. Mas se saudade for realmente inexplicável... é, pode ser que seja saudade. 

Eu estava me lembrando agora da última vez que nós ficamos juntos; não bem a última, mas a última em que realmente estávamos ali, juntos, e queríamos (os dois) estar ali. Devo confessar que senti medo, porque estávamos  ligados demais. Eu deixei chegar a um ponto que nunca havia me permitido antes e eu não estou falando de carne; estou falando de conexão, pura e simplesmente. O dia que eu te contei coisas que eu não consigo falar pra ninguém, que dói lembrar. Mas eu te contei, e você me escutou. E quando eu já achava aquilo demais pra mim, você falou e foi minha vez de escutar. E ficamos ali depois, no silêncio... o melhor silêncio do mundo.

Continuei com medo, mas já tinha prometido que dessa vez não iria segurar qualquer coisa que pudesse vir a ser sentimento. Prometi que iria tirar minha armadura e que deixaria que se aproximasse. Mesmo que minha razão GRITASSE que não, eu ainda relutava. Queria poder me dar uma chance. Queria conseguir arriscar uma só vez. Mas eu sabia o quanto tinha a perder. Mesmo assim, não quis lutar contra nada dessa vez, não dessa vez. 

Porém, e sempre há um porém, quem veste minha armadura agora é você. Pode ser que tenha sentido a mesma conexão e o mesmo medo. Eu estava pronta pra me desarmar, mas você não estava e não queria... com toda razão. Me vejo em você e por isso, devo somente aceitar e esquecer! 

Se é que eu já não esqueci... ;)

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Vontades

Minha vontade era de falar tudo o que me passa à cabeça. Mas quando me vem a coragem, eu deixo a razão prevalecer e ela coloca minha cabeça no lugar ou acontece alguma coisa que me impede de agir. Não queria ser assim.

Queria mesmo era conseguir falar. Dizer o quanto me importo, o quanto certas atitudes me afetam. O quanto machuca ser ignorada. O quanto me arrependi da decisão que tomei. Dizer que sempre gostei das brincadeiras dele, e até quando estava nervosa ria escondida para que ninguém notasse. Queria poder dizer, que até hoje, se ele demora pra aparecer, ainda percebo. 

Queria que ele soubesse que sempre tive medo do que eu sentia - ou sinto -, e que foi esse medo que me impediu de viver esse sentimento. Se eu tivesse tido coragem, se, talvez, eu tivesse escutado mais o coração, as coisas poderiam ter sido diferentes. Eu poderia ter falado tudo o que ele queria ouvir - na hora certa, sem me atrasar. Não queria ter me atrasado. 

E se eu tivesse perdido o medo antes? Se eu tivesse tanta certeza antes? Não sei se duraria para sempre - não consigo ser tão sonhadora -, mas eu teria desfrutado por mais tempo da sua companhia, e do que sentia por mim. Tinha medo de algo tão forte. Sempre fui assim, e ainda não consegui mudar.

'

Queria ter aproveitado os momentos de raiva pra dizer as coisas que eu tive vontade, talvez eu teria dito tudo e não estaria nessa dúvida do "se" hoje. Adoraria que ele soubesse o quanto eu gosto da companhia dele e dele, e que antes de qualquer outra coisa, é carinho. O simples fato da ausência já me faz falta. 

"Sua ausência fazendo silêncio em todo lugar". 

Queria conseguir dizer que não quero que ele saia da minha vida. Mas nem aqui consigo dizer tudo o que eu queria que ele soubesse.

É estranho! Não sinto saudade, não é tão forte assim. Mas sinto falta. Às vezes - e só às vezes - eu penso que seria legal se ele estivesse aqui. Mas não está, e não vai estar. Porque qualquer coisa que eu quiser dizer, eu não vou...

domingo, 11 de julho de 2010

Perfeição, só em plástico !

Há uns dias atrás eu estava pensando no que leva as pessoas a formarem minha imagem tão rápido. Eu tenho meu jeito de ser, e acho que isso acaba formando uma imagem tão certa, tão correta de mim, que eu tenho medo. Não acho ruim, não é isso.

Mas quanto mais as pessoas formam a minha imagem, maior é o meu medo de errar e decepcionar.

E quando me colocam FRÁGIL, tão frágil que não sou capaz nem de decidir por mim mesma, se quero ou não me machucar; se quero ou não quebrar a cara mais uma vez. Afinal, acho que esse é um direito meu, e de mais ninguém. Pode ser que queiram meu bem, que queiram o melhor pra mim, mas e eu? Quem mais do que eu poderia saber disso?

Eu tenho meu jeitinho de ser, e normalmente já me preocupo com as minhas ações e o que vão pensar; já tenho medo de decepcionar naturalmente. Acontece que eu nunca tinha percebido isso tão forte assim.

Nunca me incomodou tanto. E no final, essa necessidade que as pessoas tem de me proteger, acabou me ferindo mais ainda. E isso, uma única pessoa conseguiu fazer.

Idealizar a pessoa perfeita, aquela que não merece qualquer tipo de traição, não é bom pra nenhum dos lados. Apesar de não gostar de ser idealizada assim, quando fui parar pra pensar, eu vi que já idealizei alguém. E enquanto quem é idealizado corre o risco de a qualquer momento fazer algo que possa decepcionar, quem idealiza está sujeito a se decepcionar com possíveis atitudes. 

Mas ninguém é perfeito, nem eu, nem você!

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Saudade !


E como se caracteriza a saudade? Eu sei que é bem clichê, mas fui parar pra pensar. Todos sabem que não é toda língua que possui essa palavrinha que nos traz um significado tão forte que chega a ser difícil de explicar.

Saudade não é simplesmente 'sentir falta' de uma pessoa, não é isso. Mas é claro que muitas pessoas usam a palavra SAUDADE para todas as outras coisas, para tudo que sente o mínimo de falta. Para mim, saudade é diferente. Saudade é um sentimento inexplicável, tanto quanto o amor.

Sentir saudade de alguém, de uma época da vida, de alguma coisa, e até de algum sentimento, é algo forte, algo incomum. Saudade te tira o sono, te deixa com um nó na garganta, um vazio sem explicação.
Sentir falta, simplesmente, é diferente. Não traz dor, é só uma falta que dali a alguns minutos deixará de existir. Você se lembra por um dia, mas depois esquece. Você acha que é saudade, porque é a palavra que nos foi ensinada.

Em inglês, não há descrição para esse sentimento. Um simples "I miss you" descreve tudo. Em espanhol, "añoranza", "extrañar"... mas mesmo assim, ainda parece que deixam a desejar na intensidade.

Saudade é sentimento, puro e simples assim.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Amizade


E é assim que as coisas são. A amizade não se resume a alguns dias tristes que você tem aquela companhia, e nem aos dias maravilhosos e alegres que algumas pessoas passam com você. É uma mistura de tudo. É ser fiel, é estar presente sempre. E mesmo se não estiver presente, esta lá, de coração. Para a amizade, não é necessário provas, se você se fizer presente, mesmo quando não estiver, seus amigos vão sentir sua presença. E isso é verdade.


Para os meus amigos, me desculpem as vezes que estive ausente. As vezes que talvez, não dei o valor que suas histórias mereciam, já que me escutam tanto, por tantas horas, e com tanta paciencia, apreciam os minimos detalhes que eu relato (e bota detalhe nisso). Se eu vivo sempre bem, se tenho tanta facilidade em sorrir, isso se deve ao carinho que recebo de vocês!

Amo vocês demaais da conta !